Evento

junho 14, 2012 UnirConhecimento 104

Na última segunda-feira (11), a Faculdade Metropolitana de Maringá realizou a palestra intitulada “O amor e o amar na atualidade”, com o professor e psicanalista Dr. Jorge Sesarino (Universidade Tuiuti e PUC-Pr). O evento foi organizado pela coordenadora de Pós-Graduação da Faculdade, Prof. Dra. Tânia Gomes da Silva. O palestrante iniciou sua fala abordando, historicamente, os significados da palavra “amor”. A partir do contexto histórico, Sesarino afirma que “graças à cultura grega, podemos falar do amor romântico”. Para ele, as características do amor romântico são, sobretudo, o suprimento da carência dos indivíduos e a capacidade que se tem de “morrer por amor, matar por amor e se tornar louco por amor”, relata o palestrante. Sobre os efeitos deste sentimento, o professor diz que o ódio está intrinsecamente ligado ao amor: “o ódio aparece quando o amor falha ou decepciona”. Sesarino conclui que “o que faz laço no amor é a falta. Sempre é necessário descobrir algo novo no outro, uma falta, para completar”. Em seguida, complementa que “o verdadeiro amor suporta a falta e a diferença”. Na sequência da palestra, os presentes fizeram diversas perguntas ao professor, em especial, a respeito do amor na contemporaneidade. Para Sesarino, o principal interesse em pesquisar o assunto foi a ânsia dos alunos em sempre querer saber mais sobre o assunto. “Em sala de aula, sempre há esta discussão e os acadêmicos sempre querem respostas para as questões relativas ao amor”, complementa o professor, que afirmou ter ficado surpreso com o número de participantes. “Fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que vieram hoje. E são pessoas muito simpáticas”, avalia. A palestra contou com a presença de psicólogos, pesquisadores de outras instituições de ensino e interessados de diversas cidades da região. Para a Prof. Dra. Angela Caniato (UEM), o professor fez um “bom fecho do amor romântico”. De acordo com a Diretora Geral da Faculdade Metropolitana de Maringá, Prof. Dra. Lucy Mara Paiola, Sesarino “historicizou muito bem o amor e conseguiu relacionar à contemporaneidade”.

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