Orientações para o “Caso flanelinhas”.

junho 10, 2010 UnirConhecimento 24

O presente desafio da 3ª. Gincana de Administração busca apresentar ideias de como resolver a situação dos flanelinhas da cidade de Maringá.

As equipes podem utilizar informações da internet, órgãos do governo, ACIM, CONSEG (Conselho de Segurança), professores do curso de Serviço Social da UNIFAMMA, texto de apoio escrito por Altair Ferrari Moraes, União de forças pode resolver o problema com flanelinhas na cidade disponível na página da UNIFAMMA, bem como outras informações que considerarem importantes.

Outras informações:

A Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), já está engajada na luta para resolver o problema desde 2004, e também participa do estudo desenvolvido pela Sasc. Segundo Clélia Cordeiro, vice-presidente do Conselho de Segurança (Conseg) da Acim, alguns flanelinhas têm interesse em legalizar o trabalho para que essa atividade possa ser reconhecida como uma maneira digna de tirar o sustento deles e das famílias. “Existe a procura dos flanelinhas de idade para se legalizarem. Ao mesmo tempo existe uma legislação vigente que [nos] impede de fazer alguma coisa. É muito complicado, porque como você vai legalizar para que uma pessoa possa cuidar de um espaço público?”

Clélia explica que já foram pensadas diversas soluções, como associar os flanelinhas à prefeitura, porém, surgiram dúvidas quanto à questão: “Se os flanelinhas forem vinculados a um órgão público, quem vai se responsabilizar? Os guardadores de carro estão aí. Caso alguém furte seu carro, cadê os guardadores? Eles não vão se responsabilizar pelo furto.”

De acordo com os estudos, 5% dos flanelinhas de Maringá ganham mensalmente mais de R$ 700. Segundo Clélia, a renda mensal desses trabalhadores é difícil de ser obtida de outros setores da economia maringaense. “Da onde vamos tirar dinheiro para investir em empregos para suprir essa mão-de-obra, e a ACIM não vê com bons olhos a cobrança para o comerciante”.

Porém, alguns casos já estão sendo resolvidos isoladamente. Segundo Clélia, que também é dona de uma casa de shows em Maringá, uma saída para resolver o problema no período noturno é oferecer à população o serviço de manobrista: “A gente acredita que alguns casos se consegue solucionar, sim. No início foi complicado. A gente subsidiava o serviço para fazer com que as pessoas entendessem que o dinheiro que elas estavam pagando para os flanelinhas não garante que eles vão cuidar dos carros delas. Já o investimento no serviço de manobrista garante total segurança.”

Fonte: Nádila Toledo

Clique no link abaixo para fazer o download das orientações

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